domingo, 13 de setembro de 2009

Felicidade


Se há alguma coisa que me inspire a escrever é a vida, a amizade, o amor (em todas as formas). São as pequenas coisas que me fazem feliz. Porque, na minha opinião, felicidade é isso!
É sair à noite com aquelas pessoas especiais, é comer a minha comida preferida com coca-cola, é receber um abraço de quem eu amo, é poder tirar o sapato quando ele me aperta, e rir de qualquer bobagem, é ir para a faculdade mesmo quando as aulas são aquelas que eu nem gosto muito...
Parece tão pouco. Mas para mim, tudo isso é melhor que dinheiro, “melhor que chocolate”, e cada coisinha pequena dessa, são tudo o que eu preciso para compor minha felicidade.
Aliás, acho que o contrário da felicidade é passar a visa esperando por algo tão grandioso, que seja a coisa mais feliz que pode te acontecer, sendo que todo o resto do tempo não foi feliz, foi apenas busca; uma busca que irá render apenas as primeiras horas de plena felicidade, depois passa. Porque o mais importante não é a chegada, é o caminho até lá!
Eu sei que a minha felicidade não depende de mais ninguém, a não ser de mim. E acho até que é isso que me torna mais feliz. É simples e mágico assim: posso ser feliz a hora que eu quiser!
É como poder comprar alguma coisa sem se preocupar como limite do cartão... Mas bem mais gratuito. Nenhuma fatura chegará depois, para cobrar o preço da minha felicidade. Falo é de paz espiritual.
Quando se é criança, tudo é feliz. Porém, quando adulto, a felicidade estará diretamente ligada à maturidade de cada um. Acho que maturidade significa descobrir um monte de coisas sobre a vida, que sejam tão duras a ponto de acabar com o seu conto de fadas, e mesmo assim, ter a sensação de que todas essas descobertas aconteceram na hora certa, para nos ensinar a viver.
Esse é o ponto em que você deixa de acreditar em príncipe encantado e passa a acreditar em homens cheios de defeitos, mas que por um motivo chamado amor, sabe te fazer feliz; em que você deixa de acreditar que todas as amizades são para sempre e passa a acreditar em pessoas especiais, mas normais, que colorem a sua vida; e aí pode ser para sempre ou não, pode ter sido bom o tempo que durou.
Passa a aprender todos os dias que nem sempre o momento que você mais precisa é o que terá todas as pessoas que ama à sua volta, sem achar que elas são ruins, apenas entendendo que elas não são você; e desde que as amou, amou como são!
Aí então, você para de querer dividir as pessoas entre vilãs ou mocinhas; tudo mundo é um pouco dos dois!
Nesse momento, você aprende a não se decepcionar quando alguém não faz o que você esperava que fizesse. Apenas porque cada um é como é, e ninguém vai entender aquilo que faz sentido apenas para você.
Gosto mesmo é de escrever sobre a vida, porque é nesse momento que, ao querer compor algo simples e sábio, descubro que eu sei mais coisas sobre a vida do que pensava que sabia, e descubro também, que sei muito menos coisas sobre a vida do que alguém incrivelmente sábio deve saber. O dia que souber tudo perderei a razão da minha vida... a de descobrir todos os dias alguma coisa que me faça crescer e aprender algo novo. Não terei mais nada a escrever, tudo poderá ficar restrito em apenas um texto de ensinamentos, um dicionário de coisas a fazer para alcançar a felicidade.
Só o que quero é ser sempre mais mocinha do que vilã, ser sempre UM POUCO mais coração do que razão, ter sempre um abraço para dar e uma coisa boa para dizer, mas não quero ser grande o bastante nunca.

3 comentários:

thiagosantosjk disse...

Incrivel, é bom fazer descobertas, ainda mais quando se tratam de nós mesmos, parabens, fazia tempo que lia algo seu esta perdendo muita coisa heim.... rsrsrs bjus

Thaís Rizzo disse...

Gabi é foda ;x

Giovanna Castelucci Cardozo disse...

Simples 💚🍃